Agricultores brancos da Africa do Sul torturados, assassinados e expulsos das suas terras

Estes acontecimentos horríveis surgem após o parlamento do país permitir a expropriação sem compensação a agricultores e fazendeiros brancos.

Africa do Sul - Assassinatos a agricultores

O novo presidente do país, Cyril Ramaphosa, prometeu devolver as terras que pertencem a brancos desde 1600 para os cidadãos negros do país. O mesmo presidente referiu que os terrenos “formam tomados sob colonialismo e apartheid”.

De acordo com o AfriForum, desde 2017 houveram registos de 404 ataques a fazendas. AfriForum está a fazer esforços para trabalhar com a polícia e com o governo para aumentar a sensibilização .

“Se vemos brancos a serem torturados, queimados com tochas ou ferros de passar a roupa, estuprados, não vemos qualquer atenção sobre esses crimes crueis”, disse Ian Cameron, chefe da segurança comunitária do AfriForum.

Cameron disse que o governo vê os ataques como um crime “normal”.
Segundo as estatísticas do grupo, o número de agricultores comerciais em África do Sul diminuiu de 60,000 para 35,000 nos últimos vinte anos. Mais de 60% das vítimas tinham mais de 50 anos de idade.

 

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