Twitter: Censura desencoraja uma saudável troca de ideias online

Na semana passada (6 de Abril) o grande das social-media, Twitter, realizou um relatório em que sublinhou que o cultivo de esforços para reprimir indiretamente conteúdo indesejável “desencoraja uma saudável troca de ideias online”.

Num contexto legislativo, o medo de violar as leis força os cidadãos a conterem-se para fazerem coisas “perfeitamente legais” o que pode levar à auto-censura.

O Facebook nessa semana anunciou o fecho de 270 contas que violavam as guias de conduta do Facebook por estarem ligadas à “fábrica de troll’s” russos. Surgiu então, recentemente, a preocupação com as notícias fabricadas, mais conhecidas como “fake news”, Russian bots”, “Russian Trolls”, etc.

Em sequência da alegada “colisão” Russa com as eleições de 2016 nos EUA, o Facebook  disse ao Congresso dos EUA que usou informação transmitida pelo browser dos utilizadores, como IP e sua subsequente localização, para os associar a páginas [e conteúdos]provenientes da Russia, ainda assim admitindo que é algo potencialmente manipulável.

 O programa Twitter Transparency divulga relatórios sobre a remoção de conteúdo e esclarecimentos sobre os pedidos que a empresa recebe para aceder a informações dos utilizadores.

O mesmo relatório aponta que o Twitter  removeu cerca de 274,460 contas na segunda metade de 2017 por “violações relacionadas com a promoção de terrorismo” e referiu que “a transparência é uma das mais importantes formas de continuar a proteger a liberdade de expressão”.

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Há poucas pessoas sãs o suficiente para preferir a censura lucrativa a elogios traiçoeiros. François de la Rochefoucauld

Excelente frase! Muito dentro do contexto.

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