Estados Unidos, França e Reino Unido atacaram com 103 mísseis o Governo Sírio

A organização da Proibição de Armas Químicas está no terreno a fazer as investigações tendo em conta o alegado “ataque químico” em Douma, mas estas investigações podem estar comprometidas com o recente ataque militar por parte dos Estados Unidos, França e Reino Unido esta madrugada. Moscovo sublinhou que os EUA e os aliados ignoraram a evidência que o alegado ataque químico foi montado de uma maneira teatral e “cínica”.

Passadas horas dos investigadores chegarem para iniciarem a investigação, e até agora não terem encontrado nenhuma evidência do alegado ataque químico em Douma, os Estados Unidos, Reino Unido e França, lançaram 103 mísseis, 70 dos quais interceptados pela defesa Síria, contra uma região que, segundo os representativos oficiais dos Estados Unidos seriam depósitos e centros de investigação de armas químicas ao serviço do Governo Sírio que segundo o mesmo era um mero centro de investigação civil,  Moscovo afirmou que com esse dado, o ato torna-se uma violação contra o direito internacional.

Até agora não foi registado nenhuma casualidade em resultado deste ataque

Na Inglaterra vários membros do governo apelaram ao voto depois de um ataque militar na Síria ter sido “colocado em cima da mesa” com Donald Trump  a anunciar um ataque militar e “inteligente” em resposta ao alegado ataque químico na Síria. Vários jornalistas e até mesmo a Russia questionaram, no comunicado de imprensa oficial dos EUA, após o ataque, porque não foram aguardados os resultados da investigação do Organismo de Proibição de Armas Químicas (formalmente conhecida como OPCW) antes de atacar o governo Sírio.

Á França, Inglaterra e EUA, sabe-se que foram dadas amostras pelos “Capacetes Brancos” conhecidos formalmente por White Helmets, como prova dos alegados ataques químicos, estes “Capacetes Brancos” são conhecidos por terem afiliações com o ISIS e Al-Quaeda, foram feitos heróis por vários organismos noticiosos. Existem vídeos chocantes filmados pelos mesmos “heróis” a executarem civis e também foram acusados por muitos países por prestarem auxílio a organizações terroristas como o ISIS.

Os altos-representativos dos Estados Unidos e aliados recusaram-se a partilhar a prova do ataque químico na Síria, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Russia.

Rebeldes que usam armas químicas raramente são alvos de notícias pelas convencionais medias locais (Portugal) e mainstream media ocidental. Várias vezes o Estado Islâmico (ISIS) realizou ataques químicos afetando americanos e até mesmo australianos e não foram objeto de notícia, isto protege o facto de haver a pressão naquilo que é “Só Assad possui armas químicas e é o Diabo na Terra” e outras palavras duras que humilham o próprio governo Sírio nas suas designações.

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