EUA querem fazer de Raqqa o centro de uma Síria não controlada por Assad

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A cidade de Raqqa esteve sob controle do Daesh desde 2013, a cidade era considerada a capital não oficial do Daesh. Em 2016, a coalizão liderada pelos EUA anunciou o início da operação para libertar a cidade. Conforme o comunicado das FDS, a operação durou 134 dias.

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Financiando a reconstrução da cidade de Raqqa, os países da coalizão liderada pelos EUA perseguem o objetivo de transformá-la em “capital de outra Síria”, não controlada pelo presidente da Síria Bashar Assad, afirmou o vice-presidente da Comissão de Defesa e Segurança do Conselho da Federação da Rússia, Franz Klintsevich.

Em 20 de outubro, as forças árabes e curdas das Forças Democráticas da Síria (FDS), apoiadas pela coalizão internacional liderada pelos EUA, anunciaram a libertação completa de Raqqa do Daesh (organização terrorista).

“O envio urgente de milhões de dólares e euros a Raqqa é apenas mais um exemplo de que a coalizão liderada pelos EUA aplica padrões duplos na Síria, um exemplo da divisão em “amigos-inimigos”, explicou o senador.

O senador referiu que se são “tentativas separatistas de transformar Raqqa no centro de outra Síria, uma Síria não controlada por Bashar Assad”, enquanto “restaurar a vida pacífica na cidade é apenas um pretexto”.

Mais cedo dia 22 de Outubro, o porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, major-general Igor Konashenkov, disse que o Ministério da Defesa russo trata com bastante suspeita a intenção urgente dos membros da coalizão liderada pelos EUA de alocar ajuda financeira a Raqqa em depois de repetidas recusas de entregar ajuda humanitária aos sírios afetados pela guerra civil.

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